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Anel Nupcial
Guia do Lar - Dicas e Informações - Você Sabia? - em 12/07/12 por :de Figueiredo

No ano de 650 AC. estabeleceAlianças-se por lei o uso do ANEL NUPCIAL. Essa primeira lei que se conhece, no caso, é de autoria de Chindasvinto rei dos Visigodos, da Espanha que sucedeu a Tulga, contra o qual se revelou, representando o triunfo da nobreza, assim como o seu antecessor ocupara o trono apoiado pelo clero. Cingiu a coroa já em idade madura em 642 e faleceu em 652. Isto se deu numa ocasião em que os visigodos já se encontravam em plena decadência e na iminênca de desaparecer. Em 650 Chindasvinto promulgou uma lei ordenando o uso do anel nupcial entre os vigodos.

No ano de 712 Luitprando institua um lei idêntica entre os Lombardos. A história do anel, porem, se perde na noite dos tempos. Hebreus, egípcios, gregos e romanos o usaram. Era entre esses povos um símbolo de autoridade e respeito. Entre os povos egípcios e gregos o anel era trocado entre dois homens a fim de selar um sério compromisso, de que nenhum deles poderia se eximir, pois, caso contrário, perderia a própra cidadania e ficaria relegado à condição de escravo. Quando Roma se tornou senhora do mundo, seus cofres se abarrotaram de ouro, a fim de manter os nobres na sua elevada posição de luxo e viajens oficiais e conseguir novas conquistas. As moedas e aneis eram feitas com esse precioso metal. Os romanos achavam que o uso de um anel de ferro seria humilhante  e os colocaria na condição de servos. Foi quando no ano de 202 de nossa era Lúcio Séptimo Severo I regulamentou o seu uso, de modo que os de ouro somente poderiam ser usados pelos nobres, os de prata pelos libertos e os de ferro pelos escravos. Mas desde que Chindasvinto promulgou sua lei, o anel passou a constituir uma aliança entre os que se casavam, perante Deus, de cuja união não poderiam separar-se senão com o consentimento de ambos.

 

Fonte: Inciclopédia das Grandes Invenções e Descobertas

 

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